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| Foto: Divulgação |
O Partido Republicano da Ordem Social - PROS da coligação Frente Popular de Agrestina, de Carmen Miriam, foi condenado ao pagamento de multa de cinco salários mínimos referente a uma representação imposta pela sigla, que acusa irregularidade na composição de mesários que trabalham nas eleições. O juiz da 86ª Seção Eleitoral da Comarca de Agrestina, Dr. Adelmo Soares, decidiu que a representação "confronta o princípio do sigilo do voto, põe em dúvida a seriedade dos trabalhos da Justiça Eleitoral, além de demonstrar insensatez do pedido". Ele ainda classificou a representação como "leviana e inconsequente". A multa de R$4.400,00 deverá ser paga no prazo de 15 dias após o trânsito em julgado da decisão. Cabe recurso.
Durante uma audiência antes do início da campanha, o juiz Dr. Adelmo Soares já tinha alertado os candidatos, que iria punir autores de representações infundadas. Em uma de suas declarações, o prefeito de Agrestina, Thiago Nunes, fez duras críticas contra a oposição, pelo grande número de ações movidas contra ele. "Todos nós somos sabedores que, diante de uma gestão séria e de um prefeito empreendedor, resta à oposição tentar me derrubar no "tapetão". Só assim ele vêem a possibilidade de chegar ao poder", disse.
Durante uma audiência antes do início da campanha, o juiz Dr. Adelmo Soares já tinha alertado os candidatos, que iria punir autores de representações infundadas. Em uma de suas declarações, o prefeito de Agrestina, Thiago Nunes, fez duras críticas contra a oposição, pelo grande número de ações movidas contra ele. "Todos nós somos sabedores que, diante de uma gestão séria e de um prefeito empreendedor, resta à oposição tentar me derrubar no "tapetão". Só assim ele vêem a possibilidade de chegar ao poder", disse.
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| Foto: Reprodução |
Por Adriano Monteiro



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