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| Foto: Adriano Monteiro |
Coordenador do programa de governo de Eduardo Campos e uma das principais pontes entre PSB e Rede, Maurício Rands, 52, afirma, sem conter o choro, que o presidenciável morto em um acidente aéreo na semana passada foi vítima de uma grande "ironia da história".
O desafio do pernambucano era se tornar conhecido. A notoriedade veio na quarta (13), mas sem que pudesse desfrutar da popularidade que tentava alcançar para chegar ao segundo turno.
Para Rands, o trágico desfecho da candidatura de Eduardo Campos dará a Marina Silva o empuxo necessário para que ela termine o que ele começou.
Se eleita, o PSB não terá um representante legítimo no Planalto. "Estamos só invertendo a cabeça da chapa. Ninguém está enganando ninguém, não há adultério", disse, desta vez sorrindo.
Folha de S.Paulo


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