segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Guilherme Uchoa está no centro das maiores polêmicas do Legislativo em 2011

A descoberta do pagamento de aproximadamente R$ 1 milhão como retroativo de auxílio-moradia a deputados e ex-deputados da Assembleia Legislativa Pernambuco fechou um ano conturbado para a Casa. Poucas vezes um presidente do Legislativo se viu cobrado por explicações sobre tantos temas, tantas vezes e em um período tão curto. As polêmicas começaram em janeiro, quando faltou entendimento para escolha de integrantes da Mesa Diretora. Depois, a questão da suplência. A Assembleia convocou os suplentes de partido que, três meses depois, precisaram deixar o mandato para dar lugar aos de coligação.

Além do pagamento do auxílio-moradia, a Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Pernambuco (OAB-PE) questionou judicialmente a constitucionalidade do auxílio-paletó (R$ 40 mil pagos anualmente a cada deputado). Da oposição, recebe críticas a pressa em votar projetos do Executivo.

Em todos os casos, o presidente da Assembleia, deputado Guilherme Uchoa (PDT), tinha uma resposta. De pouco freio na língua, surpreendeu em muitas delas, a exemplo de quando questionado o valor do terno que usava. Ele disse que tinha saído “baratinho”, R$ 1.800. Terceiro na linha de sucessão do governo estadual, porém, precisou de cautela para tratar da Proposta de Emenda Constitucional que permite sua recondução ao cargo. Com assunto antecipado em dois anos, foi acusado de manobrar a Constituição para permanecer no jogo. Nega. Político experiente diz não ter dificuldade em administrar a Casa, enquanto se orgulha de ser a única pessoa do estado a ter passado pelos três poderes.

Fonte: Pernambuco.com

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