Audiência pública do plano local de habitação de interesse social de Agrestina foi realizado nesta quarta-feira (28) no auditório da câmara de vereadores do município.
Até que chegassem a conclusão de elaboração do plano, vários estudos foram feitos nos últimos meses por representantes do município junto ao Secretário de Obras Marcos Heleno e uma empresa de consultoria coordenada por Alana Cristina. Onde identificaram os seguintes problemas:
- Coabitação (351 domicílios em coabitação em 2000);
- Habitações precárias (domicílios Improvisados, rústicos, sem banheiro, adensamento excessivo);
- Falta de infraestrutura e serviços básicos (saneamento, água, esgoto, rede elétrica, destino do lixo);
- Inadequação fundiária (irregularidade da propriedade fundiária e habitacional);
- Falta de financiamento para reformas de casas;
- Falta de apoio técnico para construção de moradias populares;
- Falta de condições Institucionais para resolver problemas habitacionais de famílias de baixa renda.
A ação por parte da prefeitura municipal de Agrestina captou recursos do Ministério das Cidades, através da Caixa Econômica Federal, para elaborar o PLHIS com a participação popular.
Durante o evento foi apresentado ao plenário o diagnóstico do plano seguindo com a opinião do público e respondendo suas dúvidas, deu-se início a votação do PLHIS, obtendo por unanimidade a aprovação do mesmo.
Da central do blog Por Adriano Monteiro

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