Segundo o delegado responsável pelo caso, resta apenas saber quem manuseava a arma quando houve o disparo
O atacante Adriano do Corinthians esteve no Hospital Barra D'or no Rio de Janeiro em visita a jovem de 20 anos que sofreu um tiro acidental dentro do carro do jogador, e prestou depoimento ao delegado Carlos César Santos.
No entanto, o jogador deixou o hospital sem falar com a imprensa e segundo o delegado responsável pelo caso, resta apenas saber se o atacante estava manuseando a arma quando houve o disparo acidental.
"Pelos depoimentos até agora, me parece que o disparo foi feito pela própria vítima. A única contradição é se ele (Adriano) manuseou a arma ou não antes do disparo", afirmou Santos em declarações publicadas no jornal Estadão.
A jovem que sofreu o disparo, Adriene Cyrilo Pinto, encontra-se em quadro estável e segue internada no hospital.
Além de Adriano, já foram ouvidas as quatro mulheres que estavam no carro, incluíndo a vítima, e o sargento da reserva da PM e segurança do jogador Amilton Dias, dono da pistola calibre 40.
A confusão teria acontecido após o jogador deixar uma boate Barra Music, na Barra da Tijuca, acompanhado de quatro mulheres mais o sargento, que dirigia o carro em que estavam quando aconteceu o disparo acidental na mão da jovem.
Duas das mulheres que estavam no carro, incluíndo Adriene e a amiga Viviane Faria de Fraga, afirmaram que o jogador era quem manuseava a arma durante o disparo, enquanto as outras duas mulheres, Andreia Ximenez e Daniele Pena, afirmaram que foi a própria jovem quem manuseava a pistola.
Já Amilton Dias disse que a arma estava debaixo do banco do carro e não viu quem foi o autor do disparo. Se for provado que Adriano manuseou a arma, o jogador pode responder pelo crime de lesão corporal culposa, com pena de 6 meses a 2 anos de prisão.
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